| O dia que me tornei corneteira! |
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| Colunistas |
| Escrito por Margareth Lemes |
| Qui, 21 de Janeiro de 2010 08:36 |
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Em quase 30 anos de freqüentadora de estádios, não tenho o hábito de vaiar. Costumo apoiar os 90 minutos, de vez em quando solto um ou outro FDP, mas nada q o valha. Mas paciência tem limites e a minha acabou ontem... Estava bem no meu cantinho remoendo como um time pode ser tão ruim e a Fanáticos começou “não é mole não, vir na Arena pra vaiar o Furacão” e eu comentei com meu irmão “que jeito não vaiar essa bost* de time?!”... Um cidadão que todo jogo está com um papel e uma caneta na mão e faz infinitas anotações olhou e me mandar calar a boca, “se não for pra apoiar que fique em casa”.
Em primeiro lugar, faz pelo menos 03 anos que eu só apoio e não tenho retorno algum... Ganhar um paranaense graças ao supermando não faz do Atlético um time bom. Em segundo lugar, eu pago para estar lá, impreterivelmente todo mês e tenho o direito de me expressar, da forma que me convir. No segundo tempo o Fantasma colocou o CAP no bolso e até agora a nossa zaga ta tentando entender a jogada ensaiada (coisa q não temos) dos caras que quase resultou em gol. O futebol do tão negociado Bruno Mineiro é sofrível. O Wallyson é deprimente e os chutões do Rodolfo são de doer. Nosso esquema tático é “Modo Confeitaria”: ataca em massa e defende em bolo, se bem que na segunda etapa foi ataque contra defesa. Tivemos um chute a gol. E no preparo físico então?! Tomamos de goleada. Mas vem um babaca, paga pau da TOF* e me manda calar a boca... É o fim da paciência pra mim... Ahhhhh... E qnd saiu o segundo gol do Grande Operário ele ainda teve a pachorra “olha oq a vaia faz”... Vaia??!! A ruindade desses profissionais vem de berço. Temos é que encontrar $$$ em algum lugar e arrumar um elenco... Desse jeito, ano que vem teremos três paranaenses na segundona. Meu irmão disse que se o coxa toma uma surra dessas, eles quebravam até a praça, e isso me fez pensar que a torcida deles provou que a violência não tem nada a ver com a cerveja no estádio. Liberem a cerveja, peloamordeDeus... Talvez o time melhore um pouquinho.
*(vergonha ele gritou... e as musiquinhas para o rival tb... eu não, quero mais é q o Coxa suma na insignificância deles, me preocupo com o meu time)
Margareth Lemes, 31 anos, é economista e atleticana desde sempre. É também a organizadora oficial de eventos da Herdeiros da Baixada e colunista. |
| Última atualização em Sáb, 23 de Janeiro de 2010 22:24 |
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